
Todo mundo quer ser feliz! Hoje, mais do que nunca, todos buscam a felicidade e ela virou um bem comerciável: empresas e coachs oferecem meios para o homem ser feliz. Nesse episódio, o Papo de Graça convidou o pastor Ronaldo Lidório para falar sobre a verdadeira alegria e o contentamento.
Os nossos sentimentos são variáveis. Num mesmo dia, podemos ficar tristes e alegres. Mas a nossa segurança deve repousar Naquele que não muda. Esta satisfação no Senhor é o que permite ao cristão enfrentar crises econômicas, enfermidades ou perseguições sem perder a esperança, pois a alegria do Senhor é a nossa força, e não o resultado de uma vida isenta de dor.
Muitas pessoas enxergam o sofrimento como um sinal de abandono divino ou de castigo. Todavia Deus utiliza os períodos de dificuldade para diversos propósitos: seja para corrigir o nosso caminho, para nos conceder revelações especiais da Sua graça que só são perceptíveis na “tempestade”, ou para nos capacitar a consolar outros através da nossa própria experiência. E embora o choro possa durar uma noite, existe um triunfo real na manhã que Deus prepara para os Seus filhos.
Temos vivido um período em que os casos de depressão têm atingido cada vez mais pessoas. Mas ainda há quem acredite que problemas como depressão e ansiedade são falta de fé. Para o pastor Ronaldo, a depressão é uma enfermidade real e que o abatimento da alma não anula a fé de um crente. Grandes missionários serviram a Deus com fidelidade extrema mesmo enquanto lidavam com angústias profundas. O cristão é chamado a confiar e descansar em Deus, sabendo que, se Deus não conceder a cura imediata, concederá certamente a força necessária para perseverar.
O pastor destaca que o contentamento é algo que se aprende. Através de práticas como a leitura da Palavra, a adoração e uma vida de oração constante (mesmo quando não há vontade emocional para tal), o cristão fortalece a sua identidade em Cristo. Lembrando que nada neste mundo pode nos separar do amor de Deus. Mesmo que se perca tudo o que é terreno, a alegria permanece plena porque a nossa maior posse, que é Jesus, é eterna e inviolável.
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